quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Animais Mitológicos - Unicórnio


Unicórnio 


“Os Guardiões do Amor, da Paz e da Beleza. 
São o ápice da pureza e inocência em muitos momentos. Animais de extrema importância que aparecem em diversas mitologias, sempre resgatando estrelas, conduzindo estação, trazendo amor, paz e pura para os corações mais desamparados que possam existir.
Oposto complementares aos Dragões, os Unicórnios trazem em sua energia a cura natural, um dom que acompanha seu nascimento e desenvolvimento com os anos. Vindos de doçura muitas vezes inimagináveis para os dias de hoje, podemos dizer com clareza que os poucos animais que ainda habitam o nosso plano, estão sofrendo pela forma desumana que as pessoas se tratam. Ódio, Raiva, Vingança, Desprezo, desigualdade e afins, são fatores que ferem os unicórnios e fazem com que eles se afastem da humanidade.
Dotados de amor pleno, não conhecendo sentimentos destrutivos como remorso e vingança, os unicórnios são capazes de curar muitas vezes a própria mão que os fere, sendo capaz de acreditar que existe um bem maior, dentro do coração de cada ser vivente, sendo capaz de se sacrificar por suas ideias e pontos de vista, doando sua vida em troca daqueles que eles acreditem serem dignos e merecedores da vitalidade de seu sacrifício.
O sangue do unicórnio é extremamente precioso, sendo capaz de curar todo tipo  de doença, assim como suas lágrimas curam todo e qualquer dano físico, sua crina e rabo, são feitos de prata, que fazem com que esse animal além de ser filho consagrado por Luna, tenha os fios cobiçados pelas Amazonas, que usam seus fios para armar os arcos.
No mundo de hoje, encontramos muito unicórnios doentes ou unicórnios negros, isso se deve ao momento planetário que estamos passando. Um unicórnio facilmente se corrompe a partir do momento no qual deixa de acreditar na humanidade, no momento que deixa de acreditar no próximo. É uma das transformações mais dolorosa entre os cinco animais, pois o unicórnio perde seu amor ao próximo e muitas vezes essa transformação não é completada com sucesso, fazendo com que ele venha a perecer, antes de sucumbir ao lado negro.
Um unicórnio saudável hoje, se encontra cercado de amigos, amigos valorosos que demonstram seu afeto por ele, com beijos, abraços, carinhos discretos ou explícitos. 
Muitos hoje se encontram trabalhando com crianças, são professores, cuidadores de creche, babas e afins. 
Também podemos estar cercados deles na área da saúde, são médicos, enfermeiras, reikianos, ou desempenham qualquer outra função onde possam desenvolver e doar sua energia de cura em prol a outra pessoa.

Tipos de Unicórnios


Como todos os outros animais, os unicórnios também são regidos pelos quatro elementos, trazendo assim temperamentos diferenciados e personalidades únicas de cada um.
Abaixo alguns unicórnios que mudaram o mundo sem precisar usar a violência em nenhum momento.



UNICÓRNIO DE FOGO - Lady Diana 
UNICÓRNIO DE AR - Buddha 
UNICÓRNIO DE TERRA - Jesus Cristo 
UNICÓRNIO DE AR - Chico Xavier 
UNICÓRNIO DE TERRA - Madre Tereza de Calcutá 
UNICÓRNIO DE ÁGUA - Mahatma Gandhi 
Sim, todos os profetas que vieram trazer a palavra de "Amor e Igualdade" para nosso planeta, foram Unicórnios, pois somente eles seriam capazes de suportar extrema dor e flagelos, sem abir mão de sua missão.

Estudo e Texto : Janus O Guardião 


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dragonesas -O clã das Fêmeas





Dragonesas
O clã das Fêmeas

Falar sobre dragões é algo que sempre acaba tomando horas de papo para os interessados no assunto, mas não de uma forma RPG, mas sim como companheiros e parceiros mágicos. Porém pouco se fala sobre as fêmeas do clã, elas que são as matriarcas e muitas vezes chefes de clãs de machos. Muitos acham que as energias dos dragões são assexuadas, mas é ai que eles se enganam, temos essa divisão de energia justamente por isso uma vez que o universo e seus planos vibram a dualidade e o equilíbrio nas mais diversas formas. Falar sobre as dragonesas e como escrever algo sobre a rainha da Inglaterra, pois as palavras devem ser escolhidas a dedo porque acima de tudo são fêmeas e merecem toda a delicadeza e respeito. Irei falar um pouco sobre a minha experiência pessoal com essas maravilhosas amigas e como elas mudaram minhas perspectivas de trabalhos mágicos. Vou rotular os arquétipos para que fiquem de melhor compreensão e dentro desses arquétipos temos a mãe, a irmã, a guardiã, a sacerdotisa e as passageiras.


A mãe
São espécies de dragões que normalmente são vistas com filhotes por perto ou com grandes ninhadas de ovos, sua energia sempre nos acolhe e nos leva para uma égregora de proteção e reencontro. São matriarcas por natureza e também muito hostis quando se sentem ameaçadas ou com suas crias em ameaça, seu corpo pode ser robusto como o de um macho guerreiro ou esguio e delicado como o de uma serpente. Elas são avistadas normalmente em cavernas, alto de montanhas e em meio a florestas fechadas, seu atributos na magia podem trazer a serenidade, proteção, religação e ascensão.



  A Irmã

São fêmeas que se vinculam a você por certo período de aprendizado, nesse tempo ela o ajudará nas informações necessárias sejam elas no plano físico ou astral. São ótimas condutoras em projeções astrais e pacientes educadoras. Um pouco temperamentais quando não recebem a devida atenção, isso acontece muito quando estão explicando algo e seu “irmão” não dá a devida atenção. Seu reino de predominância pode ser variado, isso dependerá muito da energia que você precise sendo assim ela pode ser do elemento mais diversificado possível. Em trabalhos de magia essa Dragonesa auxilia no aprendizado e na busca do conhecimento momentâneo (para uso do ritual que se for realizar).







A Guardiã
Essa é aquela que opta por traçar a jornada ao seu lado, normalmente são drogonesas do clã de guerreiras, pois sua força e vitalidade vêm desse desejo pelo o que é justo e correto. Elas podem ter os mais diversos tamanhos, mas normalmente se manifestam em tamanho menor do que realmente são. Elas podem possuir dons bem específicos que podem ser trabalhados em conjunto com os seus dons, pois existe uma troca muito forte de energia entre ela e o protegido é muito fiel e travam batalhas épicas para proteger e manter seguro seus pupilos. Essas são aqueles tipos de amizades para toda a vida, magicamente ela é seu escudo tanto no astral quanto no físico, pois sua energia de proteção é o que lhe protege-nos mais diversos aspectos, quase sempre são fêmeas que pedem por algo especifico tal como espadas, punhais, elmos ou escudos em seu altar, pois eles são chaves de ligação com a energia que ela transmite.



A Sacerdotisa
Essas são as dragonesas mais “delicadas”, pois tem a função de instruir e transmitir o conhecimento para seu escolhido, normalmente são delicadas ou serenas, pois sua calmaria e desenvoltura fazem parte do processo de transmissão de suas mensagens. Manifestam com mais frequência no plano astral durante o sono. Esse clã de mentoras e educadoras muitas vezes se mostram em forma “humana” de mulheres serenas e sempre belas, essa é uma forma de seu pupilo não dispersar a atenção com a sua aparência e se focar no aprendizado.  Elas também são responsáveis pela “iniciação” dos que trilham o caminho da magia dos dragões, sempre aparecem nos ritos das mais diversas formas desde uma leve brisa úmida como calor intenso emanado das chamas que estiverem acesas.


As Passageiras
Essas são dragonesas que passam por sua vida magia em certo momento de necessidade. Elas sempre deixam algo de muito bom que nos fazem lembrar-se delas sempre, elas são como aqueles amigos de infância que marcaram sua vida e mesmo não tendo ele ali você sabe o quanto ele foi e é importante para você. Também podem ser chamadas de Guardiãs de Égregora, pois muitas vezes elas não passam por sua vida, mas sim você passa pelos caminhos delas e de alguma forma seus atributos acabam chegando até você. Magicamente elas sempre trazem algo de inesperado que nós nem imaginávamos.

Para concluir esses aspectos de energia das dragonesas são bem específicos mudando assim um pouco de elemento para elemento ou reino na qual elas vivem. A união dessas características é o que torna o trabalho na magia dos dragões algo tão fascinante e único, pois essa força “feminina” no coloca diante do colo sagrada da grande Mãe Tiamat.
Lembrando que essa força é algo extremamente respeitada dentro do clã das fêmeas, muitas vezes pode se notar reinos inteiros habitados apenas por fêmeas.

Espero que possa ter dado uma luz a vocês.

Júlio Archanjo

Dragões Negros





Falar sobre dragões é bem interessante para eu.
Analisando os dragões negros que é o foco desse tópico, irei expor alguns detalhes dessas criaturas que foram os primeiros a chegar no nosso sistema solar. Podemos dizer que quando os Elohins começaram o plano de criação do nosso sistema solar, clãs dracônicos já estavam presentes e atuantes na criação.
Segundo Robson Pinheiro na sua trilogia Legião, durante a criação do nosso planeta, um grupo de dragões corrompidos, fora banido do seu plano, vindo alojar se nos três últimos círculos infernais, de lá eles controlam, lideres de nações, governantes, lideres políticos entre outros grandes nomes de influência pública, vindo dessa forma controlar e manipular o plano terrestre á seu prazer. Porém, mesmo sendo punidos, eles dragões não eram denominados como negros, cada mantém sua forma elemental de origem, porém, isso não signifique que dragões negros não existam.
O fato é, o processo de corrupção dracônica é muito longo, doloroso e irreversível. Quando o dragão age além da sua natureza e compromissos éticos do seu clã, mudanças físicas se fazem presentes para denotar a vergonha que aquela criatura representa para sua nação!
Séculos são necessários para a total transformação do ser. As primeiras coisas a serem perdidas são as pernas traseiras e depois as pernas dianteiras, fazendo com que o ser se rasteje eternamente e por ultimo a sua coloração muda permanentemente. Até hoje só houve um caso de um dragão que se corrompeu, arrepende-se dos seus atos e trabalhou em prol da evolução da humanidade. Esse único dragão ficou conhecido como A Grande Serpente Emplumada, ser mitológico do México, que vinha se alimentar de suas vitimas na pirâmide de Titihuacan.
A respeito do dragão esquelético que vocês presenciaram, se trata de um Dragão Linch, essa criatura é imortal, tem no mínimo mil anos de existência e a simples presença de tal ser é o suficiente para gerar o caos e distorcer a realidade. Para um dragão chegar a tal estado é extremamente raro, pois além do dragão trilhar apenas o lado negativo da magia, ele prende a sua essência vital em um objeto e mantém esse objeto guardado entre seus tesouros, se o objeto for destruído o dragão se extinguirá, caso contrário, todas as ações físicas, mágicas e mentais investidas contra a criatura, causarão dano mínimo, ou dano nenhum. 
Só para esclarecer alguns pontos, no conceito dracônica, não existe magia branca nem magia negra e sim, magia positiva e negativa e assim eles trabalham em um ciclo continuo para que se exista harmonia nos planos, então para cada dragão Linch existente, um dragão Celeste Ascenso irá existir. 
Os dragões de coloração negra e cinza são conhecidos como dragões do caos, sua função é gerar a harmonia aonde existe desarmonia, gerando assim um grande equilíbrio no todo.
Eles mudam o mundo através do caos !]

Texto do nosso irmão Janus O Guardião 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Oficina - A Magia das Guirlandas - 2013

Para começar 2013 de uma forma maravilhosa vamos entender o que realmente são as guirlandas que a tanto tempo fazem parte das tradições pagãs e atualmente do natal. Aprenda a criar guirlandas para os mais diversos fins como saúde, amor, proteção, prosperidade, aprenda como consagrá-las e ativá-las. Guirlandas são portais, filtros e canais de energia sabendo usá-las você terá uma grande aliada em seus trabalhos de magia ou para harmonizar a energia de sua casa. As vagas são limitadas e nessa oficina todo o material para a confecção de sua guirlanda pessoal estará inclusa. Para maiores informações entre em contato no amigosalados@hotmail.com 


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Workshop, Magia e tudo que rolou nas férias de novembro... por enquanto.


Altar da Magia Dourada dos Dragões em Porto Alegre. O pessoal não apareceu porque o Julinho aqui esqueceu o carregador do celular no hotel e o bolo mágico da Ale fez a gente esquecer da foto, mas valeu de qualquer forma.


Olá queridos amigos após as correrias de workshops estou aqui novamente para falar como foi tudo isso...
Bom o workshop de magia dourada foi ministrado primeiro em Porto Alegre uma cidade maravilhosa na qual fui recebido pela minha amada mãe gaúcha Alessandra e todo o restante da família e amigos. O processo de contato com os dragões lá foi maravilhoso todos os participantes sem exceção  fizeram seu contato e viveram experiências únicas. 
Em São Paulo tivemos dois works, o de Defesa e Proteção e o de Magia Dourada e o pessoal como sempre me fazendo rir muito e sempre me colocando em saia justa, mas nada que a gente não contorne rs.
Depois de tudo isso a terceira parte da jornada foi recriar o workshop para vocês em DVD, confesso que não foi uma tarefa fácil pois eu tenho muito conteúdo e ainda selecionando chegamos em um DVD de quase uma hora e meia, então existe uma grande probabilidade de uma Magia Dourada 2 ai rs.  Nesse DVD temos várias técnicas que podem ser aplicadas em nosso cotidiano que ajudará a mudar nosso fluxo de prosperidade além de rituais, meditações e reprogramação mental no quesito prosperidade. Então aproveite a garanta seu DVD que acompanha com uma apostila em pdf com muito mais conteúdo para vocês mudar 
sua vida.

Para comprar basta acessar o link de nossa loja virtual: http://emporioestelar.tanlup.com/product/541495/workshop-em-dvd-magia-dourada
Essa é uma das magias que você encontra no DVD de magia dourada... ficou curioso? Então garanta o seu e aprenda a fazer esse maravilhoso sachê de prosperidade. 


Aqui fica alguns registros dos works de Porto Alegre e de São Paulo, o pessoal de POA me perdoem mas meu celular acabou a bateria e não lembramos da foto.... tudo culpa do bolo mágico da Ale.

Turma de SP, pena que algumas meninas não puderam ir... mas nada que não dê para repor né?!

Altar dedicado a Gaia e aos Dragões Dourados em SP


sábado, 10 de novembro de 2012

Círculo Mágico dos Dragões da Ordem e Caos



Círculo Mágico dos Dragões da Ordem e Caos
                Esse circulo em especial irá trabalhar com o nosso mais profundo eu, e com nossos segredos, medos e ocultações mais intimas.
Os dragões da ordem e do caos são grandes equilibradores de energia, sendo responsáveis pelo o equilíbrio e ordem universal.
Nesse ritual teremos a oportunidade de acessar forças do nosso eu e dessa maravilhosa égregora.

Você irá precisar de:
1 vela de sete dias preta
1 vela de sete dias branca
1 espelho (pode ser o que você já usa na magia com os dragões)
1 vela comum branca
1 cálice com água
1 ônix ou turmalina negra (caso não tenha use um quartzo transparente)
1 incenso (aromas amadeirados e quentes como canela, anis, cravo, madeira do oriente, carvalho, sândalo). 

Delimite o espaço que caiba você e os utensílios de uma forma confortável. Abaixo uma sugestão de altar.

Dentro do circulo coloque a vela negra do lado esquerdo e a vela branca do lado direito. Comece abrindo o círculo de proteção e invoque Tiamat

“GRANDE RAINHA MÃE SUPREMA TIAMAT
COM SUA FORÇA E PROTEÇÃO PEÇO A SUA PERMISSÃO
QUE NESSA NOITE OS PORTAIS PARA SEU REINO SE ABRAM
E QUE MEU CORAÇÃO POSSA O EQUILIBRIO ENCONTRAR
E COM A FORÇA DE SEUS DRAGÕES EU POSSA ME CONECTAR”. 

Vá até a vela que está no círculo e acenda invocando Fafnir:

“FAFNIR FORÇA VIVA DO FOGO
CHAMO-LHE PARA MEU CIRCULO PROTEGER
E QUE COM SUA LUZ O FOGO EM MIM IRÁ DESPERTAR
E QUE COM ESSE FOGO TUDO EM MIM POSSA TRANSFORMAR”. 

Sinta a energia do fogo aquecendo e equilibrando o local.
Vá até o cristal toque nele e chame por Grael:

“GRAEL FORÇADE INFINITA VITALIDADE CONCEDA A ESSE
CIRCULO SUA FORÇA E PROTEÇÃO E COMO AS SUAS RAÍZES
MEUS PÉS AGORA SÃO.
QUE COM SUA ENERGIA EU POSSA ME CONECTAR
PARA QUE COM TERRA EU POSSA RENASCER
QUE ASSIM SE FAÇA, ASSIM DEVE SER”. 

Vá até o cálice com água toque os dedos na água e sinta a energia invocando Naelyon

“NAELYON FORÇA DAS ÁGUAS DA VIDA PURA E PULSANTE
TRAGA SUA LUZ NESSE MOMENTO, QUE COM SUAS.
ÁGUAS DE CURA MEU SER POSSA SE CURAR
E COM A FORÇA DE SUAS ÁGUAS TUDO VAI SE TRANSFORMAR”. 

Vá ate o incenso e ascenda e passe em volta de seu corpo chamando por Sairys

“FORÇA DO VENTO QUE TUDO PODE MOLDAR
QUE SUA FORÇA NESSE MOMENTO VENHA ME ABENÇOAR
QUE SEUS DRAGÕES COM AS ASAS DE LUZ VENHAM COMIGO DANÇAR
E A PARTIR DE AGORA TUDO COM SUA LUZ PODE SE REALIZAR 

Após as invocações sente entre as duas velas conforme na imagem do círculo
Respire fundo relaxe um pouco e deixe a energia fluir.
Ascenda a vela branca de sete dias e diga:
“QUE A ORDEM E OS GRANDES DRAGÕES SE FAÇAM PRESENTE
PELAS FORÇAS DOS DRAGÕES UNIVERSAIS A ORDEM AQUI
VAI SE ESTABELECER.”. 

Ascenda a vela preta e diga:

“QUE A FORÇA DOS GRANDES DRAGÕES NEGROS
POSSAM ME PROTEGER E QUE SUA LUZ E SABEDORIA
POSSAM ME GUIAR NESSE MOMENTO”. 

Provavelmente você irá sentir uma energia densa no círculo, uma energia quase que palpável.

Pegue o espelho e ajoelhe-se em frente à vela branca e coloque a vela entre você e a chama da vela e olhe seu reflexo na luz da vela refletido no espelho. Relaxe e procure notar os detalhes que surgem no reflexo, note que sua aparência pode mudar.

Olhe profundamente em meus próprios olhos e diga:

“EU VEJO E ACEITO O MEU LADO DE LUZ
QUE ATRAVÉS DOS DRAGÕES DA ORDEM
EU SEJA CONDUZIDO.”. 

Repita o processo com a vela negra e diga:


“EU VEJO E ACEITO O MEU LADO SOMBRIO
E QUE OS DRAGÕES DO CAOS ME GUIEM NESSA JORNADA
DE AUTOCONHECIMENTO.” 

Após isso sente em meio às velas e foque o olhar no espelho, deixe-se levar pelas visões e figuras que se formam dentro dos seus olhos.

Quando tiver terminado a meditação guarde o espelho em um tecido negro e use quando precisar entender você mesmo e quando precisar equilibrar o seu ser.
Feche o circulo e se despeça agradecendo:
“TIAMAT OBRIGADO PELA PERMISSÃO DO ACESSO AO SEU REINO
QUE TODOS OS DRAGÕES RETORNEM COM O MAIS PERFEITO AMOR
NO CORAÇÃO.”

domingo, 28 de outubro de 2012

ENUMA ELISH - O MITO BABILÔNICO DA CRIAÇÃO






  

                     O MITO BABILÔNICO DA CRIAÇÃO


Este longo poema foi escrito ao redor do século XII Antes da Nossa Era, exaltando a grandeza da cidade da Babilônia. O mito (re) conta a criação do universo e os eventos que levaram à construção da Babilônia, chamada de "lar dos deuses". O mito evoluiu a partir de mitos sumérios, mas o texto que segue é baseado na versão assíria, sendo que os Assírios foram um império posterior ao dos sumérios.


O poema (quase completo) está disposto em sete tábuas de argila, cada com cerca de 150 linhas de texto. O mito foi provavelmente escrito para ser entoado nos festivais em honra aos deuses e da Babilônia. No idioma original, o poema não foi escrito com rimas ou aliterações, mas possui alguma assonância, semelhante ao estilo dos Cantos Gregorianos, quando cantados por várias vozes.

A tradução para a língua portuguesa é feita a partir do texto em inglês de N. K Sandars.

1


Quando não havia firmamento, nem terra, alturas, profundezas ou sequer nomes, 
Quando o Apsu estava sozinho, 
Ele, as águas doces, o iniciador da criação, e Tiamat, as águas salgadas, e útero do universo, quando não existiam os deuses....


Quando as águas doces e as salgadas estavam juntas, misturadas, 
Os juncos não estavam trançados, ou galhos sujavam as águas,
quando os deuses não tinham nome, natureza ou futuro, então a partir de Apsu e Tiamat, nas águas dele e dela, foram criados os deuses, e para dentro das águas precipitou-se a terra [lama],


Lahmu and Lahumu,
eles foram então chamados; nem bem velhos, nem bem crescidos [eles eram] 
quando Anshar e Kishar os dominou, 
e as linhas do céu e da terra se expandiram para onde os horizontes se encontram para separar o que era nuvem do que era terra.


Dias seguiram outros dias, anos seguiram outros anos, 
Até Anu, o firmamento vazio, herdeiro e conquistador, 
primogênito de seu pai, à imagem de sua própria natureza, 
fez nascer Nudimud-Ea,
intelecto, sabedoria, maiores do que o horizonte dos céus, 
o mais forte dentre seus pares.

Discórdia rompeu entre os deuses, apesar de serem irmáos, e a brigar eles começaram na barriga de Tiamat, fazendo o céu tremer, e se mexer como numa dança frenética, de tal forma que Apsu não pode silenciar o clamor dos jovens deuses, fazer cessar tal mal comportamento, altaneiro e orgulhoso.

Tiamat, ainda quieta se quedava, quando Apsu, o pai de todos os deuses, chamou por seu conselheiro:
- Caro conselheiro, vem comigo até Tiamat. 
Eles assim o fizeram, e em frente de Tiamat eles se sentaram, falando sobre os jovens deuses, seus filhos primogênitos, sendo que disse Apsu:

- Os modos deles me revoltam, dia e noite, sem cessar, sofremos. Minha vontade é destruí-los, todos eles, para que possamos Ter paz e dormir novamente.
Quando Tiamat isto escutou, ela se sentiu atingida, e se retorceu, em solitária desolação, o coração cheio de paixão mantida em segredo. Disse Tiamat:
- Por que devemos destruir os filhos que fizemos? Se os modos deles são o problema, esperemos um pouco mais.
Então Mumu aconselhou Apsu, e ele falou com maldade:
Pai, destrua-os todos numa rebelião de monta, e teremos paz durante o dia, e à noite, todos poderemos dormir.
Quando Apsu ouviu que os dados haviam sido lançados contra seus filhos e filhas, sua face inflamou-se com o prazer do mal; mas a Mummu ele abraçou, pendurou-se ao seu pescoço, colocou-o nos seus joelhos e o beijou.
Esta decisão chegou ao conhecimento dos deuses mais jovens, filhos e filhas de Tiamat e Apsu. Confusão instalou-se, e depois, um grande silêncio, pois eles ficaram extremamente perturbados.
O deus que é a fonte da sabedoria, a inteligência brilhante que [tudo] percebe e planeja, Nudimmud-Ea, examinou a questão, fazendo levantando o tumulto do caos, e contra este o artífice do universo passou a elaborar um plano.
Ele fez um encanto para as águas, e este encanto caiu sobre o Apsu, que caiu em sono profundo. As águas doces caíram em sono profundo, Mummu foi então derrotado, e Apsu, agora tomado por sono eterno, não mais se mexeu.
Ea então rasgou o manto de glória flamejante e a coroa de Apsu, apossando-se da auréola do rei. Quando Ea prendeu Apsu, ele o matou, e Mummu, o conselheiro traiçoeiro, Ea pegou pelo nariz, aprisionando-o [para sempre].
Ea derrotou seus inimigos, pisando por cima deles. Agora que seu triunfo estava completo, completamente em paz, ele descansou, em seu palácio sagrado, Ea adormeceu. Por sobre o abismo, à distância, ele construiu sua casa e templo, e ali, com toda magnificência, ele foi viver com sua esposa Damkina .
Naquela sala, no ponto das decisões onde o que deve vir a ser é pré-determinado, ele foi concebido, o mais sagaz, aquele que veio do poder mais absoluto em ação.
No abismo profundo ele foi concebido, MARDUK foi concebido no coração do apsu, MARDUK foi criado no coração do apsu sagrado. Ea é seu pai e Damkina a ele deu à luz, pai e mãe; ele foi amamentado pelas deusas, suas amas dotaram-no com grande poder.
O corpo de Marduk era lindo; quando erguia seus olhos, luzes dele irradiavam, seu passo era majestoso, ele foi um líder desde seu primeiro momento.
Quando Ea, seu pai, viu seu filho, ele se alegrou, ele ficou radiante e cheio de felicidade, pois como era perfeito o menino! O grande artífice multiplicou os dons divinos do menino, para ser o primeiro dentre os primeiros, dentre todos, o de maior estatura..
Os membros de Marduk eram imaculados, mostrando um mistério amedrontador além da compreensão, com olhos de visão sem limite que valiam por quatro, com ouvidos de audição tão poderosa também equivalente a quatro, quando seus lábios se moviam, uma língua de fogo se projetava. Membros fortes, titânicos, de pé, ele ultrapassava em altura os outros deuses, tão forte ele era, pois vestia a glória de dez [deuses], sendo que raios se projetavam ao redor de Marduk.
- Meu filho, meu filho, filho do sol, e do sol do firmamento!
Então Anu criou os ventos, colocou-os nos quatro quadrantes, deixando-os sob o comando de Marduk, que com eles começou a brincar. Anu criou a poeira, criou o tornado, criando também o tufão e os ventos fortes para sacudir os mares.
O que ocorreu foi que com a chegada dos ventos, os outros deuses não tinham mais paz para descansar, atormentados pelas tempestades. Eles começaram a conspirar no segredo de seus corações e levaram a Tiamat a razão de suas tramas. À mãe Tiamat, eles disseram:
- Quando Apsu foi morto, tu não moveste um dedo sequer, tu não buscaste ajuda para ele, teu esposo. Agora Anu chamou estes ventos abomináveis dos quatro quadrantes para rugir nas tuas entranhas. Quanto a nós, não podemos descansar, tal é a dor. Lembra de Apsu no teu coração, teu esposo, lembra de Mummu, que foi derrotado, agora estás sozinha, desolada, e nós perdemos teu amor. Nossos olhos doem, e queremos dormir. Acorda, mãe, vai à forra e acaba com eles como o vento!

Tiamat aprovou, dizendo:
- Aprovo tal conselho: faremos monstros, e os monstros e os deuses irão marchar juntos na batalha.

Ela soltou o míssil irresistível, ela gerou serpentes enormes com mandíbulas afiadas, cheios de veneno ao invés de sangue, dragões ruidosos que vestem sua glória como deuses. (Quem olhasse tais criaturas recebia o choque da morte).

- Ela criou a Minhoca, 
o Dragão
o Monstro Mulher
o Grande Leão
o Cachorro Louco
o Homem (e Mulher) Escorpião
a Tempestade Ruidosa
Kulili
Kusariqu

Não hvia misercicórdia nas armas deles, eles não fogem da batalha, pois a lei de Tiamat os une, irrevogável.
Onze destes monstros ela criou, entretanto, tomando dentre os deuses o trabalhador desastrado
KINGU
Um dos da primeira geração para ser seu Capitão, Líder de Guerra, Líder da Assembléia, o organizador dos suprimentos para liderar a vangaurada da batalha
SUPREMO COMANDANTE DAS GUERRAS
Tal posto ela deu a Kingu quando criou a companhia, dizendo:
- Agora está em tuas mãos. Meu encanto irá mantê-los unidos, eles devem obedecer à minha vontade. És supremo, meu marido sem igual, tua palavra irá segurar as hordas rebeldes.
Ela deu a ele as Tábuas do Destino e amarrou-as no peito dele:
- Agora e para sempre tua palavra é irrevogável, teu julgamento, duradouro! Eles irão apagar o fogo e a clava vai perder sua força!
Quando Kingu recebeu tal autoridade, que anteriormente pertencia a Anu, em suas várias naturezas, eles confirmaram a geração de monstros.
2
Quando seus trabalhos na criação [do universo] terminaram, contra seus filhos Tiamat começou a fazer os preparativos de guerra. Estas foram as más novas que chegaram até Ea.
Quando ele soube das más novas, Ea ficou prostrado, sentando-se em silêncio até encher-se de ira. Então ele lembrou-se dos outros deuses. Ele foi até Anshar, pai de seu pai, para relatar-lhe dos planos tramados por Tiamat.
- Ela nos odeia, pai, nossa mãe Tiamat levantou as hordas, ela ruge com turbulência e outros se juntaram a ela, todos os deuses a quem deste a vida.
Juntos, eles estão para marchar com Tiamat, dia e noite, furiosamente eles tramam, bradando e rugindo, prontos para batalha, enquanto que a Velha Bruxa, a primeira de todas as mães, nutre uma nova geração.
Ela soltou o míssil irresistível, ela gerou serpentes enormes com mandíbulas afiadas, cheios de veneno ao invés de sangue, dragões ruidosos que vestem sua glória como deuses. (Quem olhasse tais criaturas recebia o choque da morte).

- Ela criou a Minhoca, 
o Dragão
o Monstro Mulher
o Grande Leão
o Cachorro Louco
o Homem (e Mulher) Escorpião
a Tempestade Ruidosa
Kulili
Kusariqu

Não há misercicórdia nestas armas, eles não fogem da batalha, pois a lei de Tiamat os une, irrevogável.
Onze destes monstros ela criou, entretanto, tomando dentre os deuses o trabalhador desastrado
KINGU
Um dos da primeira geração para ser seu Capitão, Líder de Guerra, Líder da Assembléia, o organizador dos suprimentos para liderar a vangaurada da batalha
SUPREMO COMANDANTE DAS GUERRAS
Tal posto ela deu a Kingu quando criou a companhia, dizendo:
- Agora está em tuas mãos. Meu encanto irá mantê-los unidos, eles devem obedecer à minha vontade. És supremo, meu marido sem igual, tua palavra irá segurar as hordas rebeldes.
Ela deu a Kingu as Tábuas do Destino e amarrou-as no peito dele:
- Agora e para sempre tua palavra é irrevogável, teu julgamento, duradouro! Eles irão apagar o fogo e a clava vai perder sua força!
Portanto Kingu recebeu tal autoridade, que anteriormente pertencia a Anu, em suas várias naturezas.
Quando Anshar soube de como Tiamat estava se comportando, ele sentiu como se lhe tivessem atingido as entranhas, e mordendo os lábios, preocupado e doente no coração, ele cobriu sua boca para aplacar palavras de preocupação e temor.
Finalmente ele falou, incentivando Ea a lutar:
Já uma vez fizeste uma armadilha de palavras; vá agora e tente [novamente]. Mataste Mummu, mataste Apsu; mate Kingu, aquele que marcha à frente de Tiamat!
O sagaz conselheiro dos deuses, Nudimmud-Ea respondeu a Anshar:
[Quebra de oito linhas parcialmente reconstruídas]
Irei ao encontro de Tiamat e acalmarei seu espírito, quando o coração dela transbordar, ela irá ouvir minhas palavras, e se não forem as minhas palavras, então as tuas irão acalmar as águas.
Nudimmud tomou o caminho mais curto, indo direto a Tiamat. Mas quando ele viu toda a estratégia dela, ele retrocedeu, cheio de medos e receios.
Portanto, Anshar chamou seu filho Anu.
Este é o verdadeiro herói, a força irresistível, um deus forte. Vái, enfrenta Tiamat e acalme seu espírito. Quando o coração de Tiamat transbordar, ela irá te ouvir, mas se ela permanecer irredutível, minha palavra irá acalmar as águas.
Anu tomou o caminho mais curto, indo direto a Tiamat. Mas quando ele viu toda a estratégia dela, ele retrocedeu, cheio de medos e receios.
Ele falou ao voltar:
Minhas mãos são fracas demais. Eu não posso conquistá-la.
Anshar ficou estupefato; ele olhou para o chão, sentiu seus cabelos ficarem em pé. Ele balançou [vigorosamente] a cabeça para Ea e todos os Anunaki, os deuses reunidos no palácio, todos em grande silêncio, sentados em seus lugares, calados, pensando no acontecido.
"Que outro deus pode declarar guerra a Tiamat? Ninguém mais pode olhá-la de frente e voltar."

Então o Senhor, pai de todos os deuses, levantou-se com toda majestade. Tendo tudo considerado, ele falou aos Anunaki: 
- Quem dentre nós é impetuoso na batalha? Marduk, o herói! Ele e apenas ele é forte o bastante para nos vingar.

Ea chamou então Marduk no local secreto, e deu-lhe conselhos sutis, fruto de seus pensamentos mais profundos:
- És o filho que enternece meu coração, Marduk. Quando fores até Anshar, caminhe até ele sem hesitação, como se fosses para uma batalha. Em pé, mostrando toda tua estatura, fala com ele, e daí, quando ele te vir portando-te desta forma, seu coração irá se acalmar.
Marduk exultou, e fez tal qual seu pai havia-lhe dito. Ele avançou com confiança até Anshar, e de pé, em toda sua estatura, levantou os olhos para o grande deus. Quando Anshar viu o jovem deus, seu coração transbordou de alegria, ele beijou o jovem herói nos lábios e espantou todo desespero.
- Anshar, quebra teu silêncio, que tuas palavras soem, pois vou executar o que teu coração mais deseja. Que herói já impôs batalha sobre ti? Apenas uma mulher, aquele ser feminino, apenas Tiamat te desafia com todos os seus artifícios. Logo, porém, estarás de pé sobre o pescoço de Tiamat.
- Meu filho, meu filho sábio, confunda Tiamat palavras cheias de força, vá rápido e agora, na tempestade que é tua carruagem. Os ventos da tempestade jamais irão te abandonar em face a Tiamat, mas tendo acabado com ela, não tardes em retornar.
Marduk exultou, com espíritos elevados ele disse ao pai dos deuses:
Criador de todos os deuses, aquele que decide os destinos, se devo ser teu vingador, aquele que irá derrotar Tiamat, salvando a vida de todos os deuses, chame a Assembléia, dá-me precedência sobre todo o resto; e quando o grande Anshar se sentar para passar decretos, alegrimente sentado no Ubshukinna, a Sala do Sínodo, agora e para sempre, que minha palavra seja a lei. Eu, não o grande Anshar, irei decidir a natureza do mundo, o que deve vir a ser. Meus decretos jamais deverão ser alterados ou anulados, mas que minha criação perdure até o final dos tempos e os confins do mundo!
3

Palavras saíram dos lábios de Anshar; ele disse a seu conselheiro Kaka:
- És o conselheiro que alegra meu coração, aquele que julga com grande verdade e sabe usar da persuasão com justiça. Vá até Lahmu e Lahamu. Estou te ordenando que vá aos fundamentos da existência, e que chames as gerações dos deuses. 
Que eles falem, que eles se sentem juntos para banquetear, que eles festejem, comam e bebam licores e que todos confirmem o destino do vingador Marduk! Kaka, vá logo, e de pé, diante deles, repita o que lhe digo [agora]: Aqui fui mandado por seu filho Anshar, I am charged to tell you his secret thoughts,

" Ela nos odeia, nossa mãe Tiamat levantou as hordas, ela ruge com turbulência e outros se juntaram a ela, todos os deuses a quem deste a vida.
Juntos, eles estão para marchar com Tiamat, dia e noite, furiosamente eles tramam, bradando e rugindo, prontos para batalha, enquanto que a Velha Bruxa, a primeira de todas as mães, nutre uma nova geração.
Ela soltou o míssil irresistível, ela gerou serpentes enormes com mandíbulas afiadas, cheios de veneno ao invés de sangue, dragões ruidosos que vestem sua glória como deuses. (Quem olhasse tais criaturas recebia o choque da morte).

- Ela criou a Minhoca, 
o Dragão
o Monstro Mulher
o Grande Leão
o Cachorro Louco
o Homem (e Mulher) Escorpião
a Tempestade Ruidosa
Kulili
Kusariqu

Não há misercicórdia nestas armas, eles não fogem da batalha, pois a lei de Tiamat os une, irrevogável.
Onze destes monstros ela criou, entretanto, tomando dentre os deuses o trabalhador desastrado
KINGU
Um dos da primeira geração para ser seu Capitão, Líder de Guerra, Líder da Assembléia, o organizador dos suprimentos para liderar a vangaurada da batalha
SUPREMO COMANDANTE DAS GUERRAS
Tal posto ela deu a Kingu quando criou a companhia, dizendo:
- Agora está em tuas mãos. Meu encanto irá mantê-los unidos, eles devem obedecer à minha vontade. És supremo, meu marido sem igual, tua palavra irá segurar as hordas rebeldes.
Ela deu a Kingu as Tábuas do Destino e amarrou-as no peito dele:
- Agora e para sempre tua palavra é irrevogável, teu julgamento, duradouro! Eles irão apagar o fogo e a clava vai perder sua força!
Portanto Kingu recebeu tal autoridade, que anteriormente pertencia a Anu, em suas várias naturezas.
Mandei Anu, mas ele não pode enfrentar Tiamat, Nudimmud voltou cheio de terror, então Marduk levantou-se, um jovem e sábio deus, um da linhagem sagrada, seu coração o impeliu para enfrentar Tiamat. Mas ele disse o seguinte:
Criador de todos os deuses, aquele que decide os destinos, se devo ser teu vingador, aquele que irá derrotar Tiamat, salvando a vida de todos os deuses, chame a Assembléia, dá-me precedência sobre todo o resto; e quando o grande Anshar se sentar para passar decretos, alegrimente sentado no Ubshukinna, a Sala do Sínodo, agora e para sempre, que minha palavra seja a lei. Eu, não o grande Anshar, irei decidir a natureza do mundo, o que deve vir a ser. Meus decretos jamais deverão ser alterados ou anulados, mas que minha criação perdure até o final dos tempos e os confins do mundo!
Portanto, venham logo e confirmem o destino de Marduk, e o mais breve possível ele irá partir para encontrar a Grande Adversária!"
Kaka partiu, indo até Lahmu e Lahamu. Ele beijou os sedimentos primevos, ele curvou-se até o chão e entregou a seguinte mensagem aos deuses antigos:
Fui mandado vir aqui por seu filho Anu, encarregado de lhes contar seus pensamentos mais secretos:
" Ela nos odeia, nossa mãe Tiamat levantou as hordas, ela ruge com turbulência e outros se juntaram a ela, todos os deuses a quem deste a vida.
Juntos, eles estão para marchar com Tiamat, dia e noite, furiosamente eles tramam, bradando e rugindo, prontos para batalha, enquanto que a Velha Bruxa, a primeira de todas as mães, nutre uma nova geração.
Ela soltou o míssil irresistível, ela gerou serpentes enormes com mandíbulas afiadas, cheios de veneno ao invés de sangue, dragões ruidosos que vestem sua glória como deuses. (Quem olhasse tais criaturas recebia o choque da morte).

- Ela criou a Minhoca, 
o Dragão
o Monstro Mulher
o Grande Leão
o Cachorro Louco
o Homem (e Mulher) Escorpião
a Tempestade Ruidosa
Kulili
Kusariqu

Não há misercicórdia nestas armas, eles não fogem da batalha, pois a lei de Tiamat os une, irrevogável.
Onze destes monstros ela criou, entretanto, tomando dentre os deuses o trabalhador desastrado
KINGU
Um dos da primeira geração para ser seu Capitão, Líder de Guerra, Líder da Assembléia, o organizador dos suprimentos para liderar a vangaurada da batalha
SUPREMO COMANDANTE DAS GUERRAS
Tal posto ela deu a Kingu quando criou a companhia, dizendo:
- Agora está em tuas mãos. Meu encanto irá mantê-los unidos, eles devem obedecer à minha vontade. És supremo, meu marido sem igual, tua palavra irá segurar as hordas rebeldes.
Ela deu a Kingu as Tábuas do Destino e amarrou-as no peito dele:
- Agora e para sempre tua palavra é irrevogável, teu julgamento, duradouro! Eles irão apagar o fogo e a clava vai perder sua força!
Portanto Kingu recebeu tal autoridade, que anteriormente pertencia a Anu, em suas várias naturezas.
Mandei Anu, mas ele não pode enfrentar Tiamat, Nudimmud voltou cheio de terror, então Marduk levantou-se, um jovem e sábio deus, um da linhagem sagrada, seu coração o impeliu para enfrentar Tiamat. Mas ele disse o seguinte:
Criador de todos os deuses, aquele que decide os destinos, se devo ser teu vingador, aquele que irá derrotar Tiamat, salvando a vida de todos os deuses, chame a Assembléia, dá-me precedência sobre todo o resto; e quando o grande Anshar se sentar para passar decretos, alegrimente sentado no Ubshukinna, a Sala do Sínodo, agora e para sempre, que minha palavra seja a lei. Eu, não o grande Anshar, irei decidir a natureza do mundo, o que deve vir a ser. Meus decretos jamais deverão ser alterados ou anulados, mas que minha criação perdure até o final dos tempos e os confins do mundo!
Portanto, venham logo e confirmem o destino de Marduk, e o mais breve possível ele irá partir para encontrar a Grande Adversária!"
Quando Lahmu and Lahamu ouviram isto, eles se preocuparam, e todos os deuses fizeram gemidos de preocupação.
Que estranha e terrível decisão, os desígnios de Tiamat são profundos demais para nós entendermos.
Então eles se prepararam para a jornada, todos os deuses que determinam a natureza do mundo e das coisas que virão a ser vieram a pedido de Anshar, encheram o Ubshukinna, cumprimentaram-se uns aos outros com um beijo.

Na Sala do Sínodo as vozes ancestrais foram ouvidas, eles se sentaram no banquete, eles comeram e festejavam com iguarias e licores mais deliciosos. 
Suas almas se expandiram, seus corpos ficaram pesados e sonolentos, e este era o estado dos deuses quando eles estabeleceram o destino de Marduk.

4
Foi feito um trono para Marduk, e ele ali se sentou, face a face com seus ancestrais para receber o governo.

- Um deus é maior do que todos os outros deuses, 
de fama mais justa, cuja palavra de comando, é a palavra dos céus, oh Marduk, o maior de todos os grandes deuses, honra e fama, vontade de Anu, grande no comando, palavra eterna e inalterada!


Onde houver ação, Marduk é o primeiro a agir, 
Onde houver governo, Marduk é o primeiro a governar, para dar glória a uns, para humilhar outros, a prerrogativa do deus, Verdade absoluta, vontade sem limite, que deus ousará questioná-lo? Nos seus locais mais lindos destes mesmos deuses, um lugar é sempre guardado para Marduk, nosso vingador.

Nós te chamamos aqui para receber o cetro, para fazer de ti rei de todo o universo. Quando te sentares no Sínodo, serás o árbitro; na batalha, tuas armas esmagarão o inimigo.
- Deus, salva a vida de qualquer deus que se voltar para ti; mas para aqueles deuses que apreenderem o mal, que a vida destes deuses lhes seja tirada.'
Os deuses ancestrais conjuraram então um tipo de aparição na frente deles, fazendo com que este ser aparecesse frente a Marduk, para dizer ao jovem deus, o primogênito:
- Deus, tua palavra entre os deuses arbitra, destroi e cria; fale então e esta aparição irá desaparecer. Fale novamente, e a aparição irá reaparecer.
Ele falou e a aparição desapareceu. Novamente ele falou, e a aparição reapareceu. Quando os deuses deram-se satisfeitos por Marduk Ter provado a força de sua palavra, os deuses ancestrais abençoaram-no e bradaram:
- MARDUK É REI!
Os deuses ancestrais vestiram Marduk com as vestimentas reais, o cetro e o trono a ele foram dados, bem como armas de guerra sem igual como um escudo contra adversários.
Parta agora. Tire a vida de Tiamat, e que os ventos carreguem seu sangue até os limites mais secretos do mundo!
Os deuses antigos mostraram a Bel o que ele teria de ser e o que deveria fazer, sempre através da conquista, sempre através de [grandes] vitórias;
Então Marduk fez uma reverência e para marcar aquela que seria sua arma, sua e somente sua, ele colocou uma flecha contra o arco, na mão direita e segurou a clava e levantou-a para o alto, arco e flecha pendurados ao ombro, sendo que relâmpagos se projetavam à sua frente, ele mesmo tornando-se numa figura incandescente.
Ele fez uma rede, uma isca para Tiamat; os ventos, em suas posições nas quatro direções, seguraram tal rede, o vento sul, o vento norte, o vento leste e o vento oeste, de forma que parte alguma de Tiamat pudesse escapar.
Com a rede, o presente de Anu, ao lado, ele se ergueu.
IMHULLU
O vento atroz, a tempestade, o redemoinho, o furacão, o vento dos quatro, o vento dos sete, e o túmido, o pior de todos.
Todos os sete ventos foram criados e liberados para assaltar as entranhas de Tiamat. Os ventos se postaram atrás de Marduk. Então o tornado
ABUBA
Seu último grande aliado, o sinal para para o assalto, ele levantou.
Marduk montou na tempestade, sua carruagem terrível, rédeas He mounted the storm, his terrible chariot, reins hitched to the side, yoked four in hand the appalling team, sharp poisoned teeth, the Killer, the Pitiless, Trampler, Haste, they knew arts of plunder, skills of murder.
Ele colocou à sua direita o Batedor, o melhor em fazer confusões; à sua esquerda esta a Fúria da Batalha, que aniquila o mais bravo; adornou sua armadura com terror, uma auréola de espanto; com uma palavra mágica murmurada entre dentes, uma planta que cura foi pressionada na palma de sua mão. Assim armado, ele partiu.
Ele seguiu na direção do som crescente da ira de Tiamat, com todos os deuses a seu lado, e os pais de todos os deuses. Desta forma, Marduk se aproximou de Tiamat.
Ele a observou examinar as profundezas, ele testou o plano de Kingu, o consorte de Tiamat, mas assim que Kingu viu o jovem deus, ele começou a tremer, começou a sentir medo, e ao ver os deuses que enchiam as fileiras atrás de Marduk, quando Kingu viu o bravo jovem deus, seus olhos repentinamente se anuviaram.
Mas Tiamat, sem virar seu pescoço, cuspiu em desafio:
Arrogante, pensas que és o maioral? Os deuses estão saindo agora de seus esconderijos para habitar o teu/
Então o jovem deus levantou um furação, a grande arma que ele lançou com palavras e terrível fúria:
- Por que estás te insurgindo, teu orgulho criando um abismo, teu coração escolhendo facções, para que teus filhos rejeitem seus pais? Mãe de todos nós, por que tens de ser a mãe da guerra?
Fizeste de Kingu, aquele inepto, teu esposo! Deste a ele a posi;cão de Anu, não que ele merecesse, porém. Tens abusado dos deuses, meus ancestrais, em amarga malevolência ameaças Anshar, o rei de todos os deuses. Tens incentivado as forças para batalha, preparado as armas de guerra. Levante-se portanto sozinha, e lutaremos contra ti, e eu e eu somente contigo irei lutar.
Quando Tiamat ouviu Marduk, com seus nervos ã à flor da pele, ela ficou enraivecida e gritou para o alto, suas pernas estremeceram, ela começou a fazer encantos e maldições, enquanto que os deuses da guerra afiavam as suas armas.
Então eles encontraram Marduk, o mais arguto dos deuses, e Tiamat engalfinhou-se com ele num combate corpo a corpo.
Marduk lancou sua rede para prender Tiamat, e o implacável vento Imhullu veio por trás e bateu na face de Tiamat. Quando ela abriu a boca para engolir Marduk, o jovem deus empurrou Inhullu para dentro dela, de modo que a boca náo se fechasse e que o vento rugisse na barriga da mãe original de todos os deuses, para que sua carcassa explodisse, entumescida. Tiamat escancarou sua boca, e entáo Marduk disparou a flecha que lhe cortou as entranhas, que atingiu seu estômago e útero da criação.
Agora que Marduk havia conquistado Tiamat, ele terminou com a vida dela. Ele atirou-a ao cháo, subindo em sua carcassa. A líder da insurreição estava morta, seu corpo despedaçado, seu bando disperso.
Aqueles deuses que haviam marchado ao lado dela agora estavam cheios de terror. Para salvar suas próprias vidas, se pudessem , voltaram suas costas ao perigo. Mas então eles foram rodeados num círculo, do qual náo podiam escapar.
Marduk esmagou as armas dos deuses rebeldes, e jogou-as com eles na sua rede. Lá, os deuses rebeldes choraram e se esconderam pelos cantos, sofrendo a ira do deus.
Aqueles que resistiram, foram colocados em grilhões, que continham onze monstros, estes monstros os filhos malditos de Tiamat, com todos os seus armamentos assassinos. O bando demoníaco da grande deusa que havia marchado à frente dela, Marduk levou ao solo, de joelhos.
Mas Kingu, o usurpador, o chefe de todos eles, Marduk prendeu e o matou, tomando as Tábuas do Destino, usurpadas sem direito por Kingu, e selando-as com seu selo, Marduk colocou-as em seu peito.
Quando tudo isto tinha sido feito, os adversários derrotdos, o inimigo orgulhoso humiliado, quando o triunfo de Ansahr havia sido alcan;ado sobre o inimigo, e a vontade de Nudimmud satisfeita, entáo o bravo Marduk apertou as cordas dos prisioneiros.
Ele voltou para onde Tiamat jazia acorrentada, ele abriu as pernas da deusa e espatifou seu crânio (pois a clava não tinha misericórdia), ele cortou as artérias e o sangue dela jorrou na direção do Vento Norte para os confins desconhecidos do Mundo Físico.
Quando os deuses viram tudo isto, eles riram alto e mandaram presentes a Marduk. Eles mandaram ao jovem herói tributos agradecidos.
O jovem deus descansou. Ele olhou para o corpo amplo de Tiamat, ponderando sobre como usá-lo, o que criar da carcassa morta. Ele abriu o corpo de Tiamat em dois, com a primeira metade, a superior, ele construiu o arco dos céus, ele empurrou para baixo uma barra e fez uma sentinela para as áugas, de forma que estas jamais pudessem escapar.
He crossed the sky to survey the infinite distance; he station himself above apsu, that apsu built by Nudimmud over the old abyss which now he surveyed, measuring out and marking in.
Ele estendeu a imensidão do firmamento, ele fez Esharra, o Grande Palácio, à sua imagem terrena, e Anu, Enlil e Ea tiveram suas estações certas.
5
Ele projetou posições para os grandes deuses sempre presentes nos céus, ele deu a eles um aspecto estelar como constelações; ele mediu o ano, dando a este começo e fim, e para cada mês do total de doze, ele assinalou três estrelas ascendentes.
Quando ele havia marcado os limites do ano, ele deu aos deuses e a todos nós Nebiru, o polo do universo, para manter o curso das estrelas, para que erro algum pudesse ocorrer ao longo de todo firmamento. Para as estações de Ea e Enlil, ele estabeleceu um paralelo.
Das costelas de Tiamat, ele abriu os portais do Leste e do Oeste, hrough her ribs he opened gates in the east and west, and gave them strong bolts on the right and left; and high in the belly of Tiamat he set the zenith.
Ele deu à lua o lustro de uma jóia, eu deu à lua toda noite para marcar os dias, para zelar durante a noite de cada mês o círculo da luz crescente e decrescente.
Lua Nova, quando apareces no mundo, seis dias teus chifres são crescentes, até o meio círculo do sétimo dia, crescendo ainda fase após fase, divides o mês de lua cheia a lua cheia. Então começas a desaparecer e aos trinta dias o ciclo começa novamente, sempre crescendo e decrescendo, para sempre.
Este é teu emblema e a estrada celeste que percorres, e quando te aproximas do sol, ambos falam com justiça e julgamento acima de todas as corrupções.
[Algumas linhas estão faltando aqui]

Após Ter posto a lua, Marduk voltou-se para o sol e fê-lo completar um ciclo deste até o próximo Ano Novo.
...Ele deu a ele o Portal do Leste, e os confins da noite com o dia, ele deu a Shamash.

Então Marduk considerou Tiamat. Ele tocou na espuma do mar salgado, delas fez montanhas até as nuven tocarem as nuvens, ele sskimmed spume from the bitter sea, heaped up the clouds, spindrift of wet and wind and cooling rain, the spittle of Tiamat.
Com suas próprias saídas da névoa de vapor, ele espalhou as nuvens. Ele pressionou com força a cabeça das águas, fazendo com que montanhas se assentassem sobre estas, abrindo rios para que corressem. O Eufrates e o Tigre eurgueram-se dos olhos de Tiamat, mas ele fechou o nariz dela, para dominar a a nascente do rio.
Ele fez grandes montanhas, e nelas fez surgir poços para canalizar as águas das fontes mais profundas; no alto, ele fez um archo com a cauda de Tiamat, prendendo as rodas do céu; nas profundezas sob os pés de Marduk, ele pôs o fulcro do firmamento. Agora a terra tinha as suas fundações, e o céu, o seu manto.
Quando o trabalho do deus tinha acabado, quando ele terminou tudo a que se propôs, então na terra ele fundou templos, e entregou-os todos a Ea.
Mas as Tábuas do Destino foram tiradas de Kingu e devolvidas como um primeiro cumprimento a Anu. Os deuses que desistiram da luta, ele os fez comparecer à sua presença, o pai dos deuses.
Com as armas de guerra quebradas, ele prendeu a seus pés as onze monstruosas criações de Tiamat. Ele criou seres semelhantes a estas criaturas monstruosas para que ficassem de pé, nas portas do abismo, o Portal do Apsu, dizendo:
- Isto é para lembrar que Tiamat não deve ser esquecida!
Todas as gerações dos Grandes Deuses ficaram cheias de alegria ao ver Marduk, com Lahmu and Lahamu; seus corações unidos quando se aproximaram para encontrar Marduk.
O Rei Anshar deu a Marduk as boas-vindas com cerimônia, Anu e Enlil vieram carregando presentes, mas quando Marduk recebeu o presente de sua mãe Damkina, então a face do jovem deus brilhou, sua face se iluminou com brilho incandescente.
Ele deu a Usmu, servo de Damkina, aquele que lhe trouxe os cumprimentos, a tarefa de zelar pela casa secreta do Apsu, ele fez de Usmu o guardião dos santuários de Eridu.
Todos os deuses dos céus estavam lá, todos os Igigi caíram de joelhos frente a Marduk, todos os que estavam lá e apoiavam os Anunaki beijaram os pés do jovem deus. Todos os deuses se juntaram na adoração [a Marduk].
Eles se postaram frente a Marduk, fazendo uma grande reverência, bradando em uníssono:
- Ele é mesmo rei!
Quando todos os deuses de todas as gerações estavam altos com o glamur da masculinidade de Marduk, quando eles viram suas roupas com a poeira da batalha, então eles fizeram seu ato de obediência [ao jovem vingador]....
Ele se banhou, colocou roupas limpas, pois agora era o rei de todos os deuses. Glória circundava sua cabeça; na sua mão direita, ele segurava a clava da guerra, na sua mão esquerda ele segurava o ceptro da paz, seu arco estava preso às suas costas, ele segurava a rede, e sua glória tocava as profundezas. ...
Ele subiu ao trono erguido no templo. Damkina e Ea e todos os Grandes Deuses, todos os Igigi bradaram:
- No passado, Marduk significava apenas o filho bem-amado, mas agora ele é em verdade o Rei, ele é deveras Rei!
Os deuses bradaram a uma só voz:
GRANDE SENHOR DO UNIVERSO! Este é seu nome, nele nós confiamos!
Quando tal ato foi executado, quando os deuses fizeram de Marduk seu rei, eles desejaram paz e felicidade ao jovem escolhido:
- Sobre nossas casas, manterás vigília sem cessar, e tudo o que desejares de nós, será feito.
Marduk pensou a respeito destas palavras, e então falou aos deuses reunidos em sua presença. Isto foi o que ele lhes disse:
- No passado, todos habitavam no vazio acima do abismo, mas eu fiz a Terra como um espelho dos Céus, eu consolidei o solo para as fundações, e lá eu irei construir minha cidade, meu lar adorado
Um local sagrado deve ser estabelecido, com salas consagradas à presença do rei. Quando todos vocês vierem das grandes profundezas para se juntarem ao Sínodo, todos encontrarão guarida e conforto para dormir à noite. ]
Quando os deuses das alturas descerem até a assembléia, todos os deuses das alturas também encontrarão guarida e conforto para dormir à noite. Este lar será
BABILÔNIA
O LAR DOS DEUSES. Os mestres de todas as artes deverão construir minha cidade de acordo com meu plano.

Quando os deuses mais velhos ouviram este discurso, eles sentiram que tinham de fezer uma pergunta:
- Acima de tudo o que criaste com tuas próprias mãos, quem irá administrar a lei? Acima de tudo o que existe na terra que criaste, quem irá sentar para emitir julgamentos?
Deste à tua Babilônia um nome auspicioso, que ela seja para sempre o nosso lar! Que os deuses caídos dia após dia nos sirvam, e que à medida em que nós a ti dermos força e poder, que ninguém usurpe nossas posições!
Marduk, o conquistador de Tiamat, ficou satisfeito; a barganha era boa; ele continuou falando com palavras arrogantes, explicando tudo aos deuses:
- Eles irão prestar este serviço, e dia após dia, todos vocês irão dar força à minha vontade, para que esta seja lei.

Então os deuses adoraram frente a ele, e para ele novamente, para o rei de todo universo, eles bradaram a uma só voz:
- Este grande senhor foi outrora nosso filho, agora ele é nosso rei. Invocaremos seu nome uma vez por cada vida, ele que é o senhor, a chama de luz, o ceptro da paz e a clava da guerra.

- Que Ea seja seu arquiteto e que ele faça uma planta de excelência para Babilônia, e seus construtores seremos nós!

6
Agora que Marduk havia escutado o que os deuses haviam dito, surgiu dentro dele o desejo de criar um trabalho da mais completa de todas as artes. Ele contou para Ea os pensamentos profundos que estavam em seu coração.

- Sangue com sangue, 
Eu junto, 
sangue a osso, 
Eu formo 
Algo original,
cujo nome será HOMEM/MULHER,
os seres [humanos] originais
cuja feitura foi minha obra.


- Todas as suas ocupações serão o serviço fiel, 
os deuses que caíram terão seu descanso, 
e eu sutilmente alterarei suas operações, 
dividindo companhias, igualmente abençoadas.

Ea respondeu com palavras cuidadosamente escolhidas, completando o plano para o conforto dos deuses. Ele disse a Marduk:
- Que apenas um(a) da raça seja levado, apenas um(a) precisa morrer para a nova criação. Reúna os deuses na Grande Assembléia, e que apenas um morra, para que o restante possa viver.
Marduk chamou os Grandes Deuses ao Sínodo, ele presidiu a assembléia com cortesia, ele deu instruções a todos eles, que o escutaram com grave atenção.
O rei falou aos deuses rebeldes:.
- Declarem, sob juramento, que falem a verdade e respondam: quem instigou a rebelião? Quem despertou Tiamat? Quem liderou a batlha? Que o instigador da guerra seja entregue, que seja considerado culpado e receba punição, e que a paz reine entre vocês para sempre.
Os Grandes Deuses responderam ao Senhor do Universo, rei e conselheiro dos deuses:
Foi Kingu quem instigou a rebelião, ele levoutou as águas da amargura e liderou a batalha por ela.
Eles declararam Kingu culpado, eles o prenderam e o fizeram se ajoelhar frente a Ea, eles cortaram suas artérias e do sangue de Kingu eles criaram os homens e mulheres. Ea impôs a Kingu sua servidão.
Quando isto foi feito, quando Ea em sua sabedoria criou os homens e as mulheres e o dever de tais homens e mulheres, este ato além de [toda] compreensão, esta maravilha de sutileza concebida por Marduk e executada por Nudimmud
Então Marduk, como rei, dividiu os deuses, uma parte para os céus e outra parte para as alturas: 300 deles nas alturas para zelar pelos céus, os zeladores da lei de Anu, e cinco vezes sessenta [deuses] para a terra, seissentos deuses entre o céu e a terra.
Quando a lei universal foi estabelecida, e aos deuses alocados seus domínios, então os Anunaki, os deuses da terra, os deuses que haviam sido derrotados, dirigiram-se a Marduk:
Agora que nos libertaste e fizeste menor nossa carga de trabalho, como devemos retribuir tal graça? Que construamos um templo e que o chamemos
O ALBERGUE DO DESCANSO DA NOITE
Lá onde todos iremos dormir uma estação do ano, no Grande Festival, quando todos reunidos em Assembléia, iremos construir altares para ti, iremos construir Parakku, o Santuário.
Quando Marduk escutou [tais palavras] sua face brilhou como o luz do dia:
A Grande Torre de Babel deve ser construída de acordo com os desejos de todos vocês, os tijolos deverão ser colocados em seus moldes e chama-la-emos de Parakku, o Santuário.
Os deuses Anunaki pegaram suas ferramentas, e levaram um ano inteirinho para moldar os tijolos [necessários]; no segundo ano, eles levantaram o ESAGILA, o templo da terra, o símbolo do céu infinito.
Dentro, havia quartos para Marduk e Enlil e Ea. Com toda majestade, Marduk tomou seu lugar na presença deles todos, onde o topo do zigurate erguia-se por sobre a base.
Quando a construção do templo terminou, os Anunaki construíram capelas para si; então todos se reuniram, e Marduk ofereceu a todos um banquete.
Esta é Babilônia, a cidade querida dos deuses, teu amado lar! Em comprimento e amplidão, ela é nossa, nós a possuímos, alegra-te com ela, pois ela é tua!
Quando todos os deuses se sentaram, houve vinho, festa e risos, e depois do banquete no lindo Esagila eles executaram a liturgia, os ritos sagrados, a partir dos quais o universo recebe sua estrutura, onde o oculto é trazido às claras, [pois é] através do universo que aos deuses são atribuídas as suas estações.
Quando os 50 Grandes Deuses se sentaram com os Sete que planejam a natureza imutável das coisas, eles levaram os trezentos [deuses da terra] até o firmamento. Lá também foi que Enlil levantou o arco de Marduk, colocando-o frente aos deuses.
Ele também ergueu a rede; os deuses elogiaram o trabalho da rede ao verem o quão artesanal era ela, os deuses elogiaram a beleza do arco.
Anu levantou o arco, beijou-o e disse para os deuses:

Este arco vem de mim, e dou a ele um nome sagrado: 
O primeiro nome é Longo Bastão, o segundo é para Bastão da Chuva, o terceiro é Bastão das Estrelas que brilham nos céus.

E o Bastão das Estrelas transformou-se num deus entre os deuses.
Quando Anu acabou de pronunciar o destino triplo do arco, ele ergueu o trono do rei e colocou Marduk em cima deste na Assembléia dos deuses.
Dentre eles, surgiu um brado, pelo óleo e pela água, pinçando suas gargantes, para ligar o destino na dor da morte, eles ratificaram a autoridade de Marduk como Rei dos Reis, Senhor dos Senhores do Universo. Anshar deu graças à Marduk, chamando-o de ASARLUHI, o nome que é o primeiro, o mais alto.

- Esperaremos e escutaremos, reverenciaremos e adoraremos o nome dele!
A palavra dele é o último apelo, a vontade escrita dele tem amplo domínio no ponto mais alto e no ponto mais baixo. Toda glória seja dada ao filho, nosso vingador! Seu império não tem fim, pastor dos homens e mulheres, 
ele fez da humanidade suas criaturas até o final dos tempos, [e deste fato a humanidade] jamais irá se esquecer!
Ele deve comandar as hecatombes, para os deuses, 
[A humanidade] deve encomendar alimentos para os pais e mães.
E adorar no santuário, 
onde o odor do incenso e o murmúrio da liturgia 
ecoam na terra os costumes do céu. 
Os homens e mulheres de cabelos escuros irão adorá-lo na terra, 
os que lhe foram sujeitos irão lembrar seu deus, 
à cuja palavra eles deverão adorar a deusa. 
Que as oferendas de alimento jamais faltem para o deus e a deusa, este é o comando dele. 
Que os homens e mulheres sirvam aos deuses, este é o comando do deus, que os homens e mulheres trabalhem suas terras, construam suas.


Que os homens e mulheres de cabelos escuros sirvam os deuses na terra sem remissão, enquanto que para nós, na multitude de seus nomes, 
Ele é nosso deus.
Saudemos a ele com seus nomes, 
Que o saudemos com seus 50 nomes, o deus único.'

O Hino dos 50 Nomes de Marduk

MARDUK é o Primeiro,
Ele é o Filho do Sol,
Ele é o primeiro, aquele que tem o brilho do sol.


Pastagem e lago, 
estábulos cheios, 
torrentes de chuva que caem sobre o inimigo


Ele é o mais brilhante, 
Filho do Sol, 
os deuses sempre caminham na chama de sua luz.


Ele cirou o homem (e a mulher)
seres vivos,
para trabalhar para sempre, e liberar os deuses de outras cargas,


Para fazer e desfazer, 
Amar e salvar, 
A Marduk, todo poder e a glória!


MARUKKA é Dois
aquele que bate o martelo de toda criação
para trazer alívio aos deuses em conflito


MARUTUKKU é Três,
gestos de graça em seu nome são feitos por cada mão, 
o jovem armado e escudo da terra.


BARASHAKUSHU é Quatro,
aquele que levantou-se na hora da necessidade para selar a terra, 
e cujo espírito é indomável e cujo coração é amor.


LUGALDIMMERANKIA é Cinco,
Rei do Cosmo!
Em todo universo Ele é aclamado
pela Grande Companhia que sua ira fez encolher
Deus todo poderoso!


NARI é Seis, aquele que tudo Libera, 
Ele é nossa consciência, pois quando houveram problemas, 
Ele nos trouxe a paz
Deu-nos um porto seguro;
Anunaki, Igigi, das profundezas e das alturas
ao ouvir seu nome tremem em segredo.


ASARULUDU é Sete, 
o Grande Mago, título este que vem de Anu, 
na hora do perigo, o bom líder dos deuses, pelo duelo mortal que enfrentou para trazer a paz


NAMTILLAKU é Oito, 
na sombra da morte ele descobriu a vida, 
como se tudo o que tinha sido feito tivesse sido recriado novamente, 
conjurado da morte à palavra dele, até o inimigo submeter-se à sua vontade.

NAMRU é Nine, os deuses caminham na fornalha de sua beleza. .
Vozes de tempos passados haviam falado: Lahmu, Lahamu, Anshar haviam falado, cada um deles tendo dito três nomes. Eles disseram então a seus filhos:
- Três nomes ele recebeu de cada um de nós, três nomes ele precisa receber de vocês.
Como fora uma vez no sínodo de Ubshukinna, no local das decisões, os jovens deuses ansiosamente falaram todos juntos:
Ele é o herói, nosso filho, nosso vingador, daremos glória ao nome de nosso defensor!
Eles se sentaram juntos para moldar o destino de Marduk, e todos os deuses cantaram o nome de seu jovem campeão no santuário.
7
O hino continuou:

ASARU cultiva o que foi plantado,
conduz a água através de pequenos canais
para o tempo da semeadura, o tempo do crescimento e da colheita dos grãos.

Ele é ASARUALIM, a quem os deuses com receio e esperança se voltam quando do Conshelho.

Ele é a luz, ASARUALIM NUNNA,
luz da glória de seu pai, 
Ele é a lei de Anu, de Enlil e Ea,
Ele é compleitude e abundância, 
os deuses engordam com seus dons.


Como Tutu ele é a vida que se renova, 
que traz doçuras ao santuário, caso a ira uma vez mais tome conta de todos.


Ele a todos ensina a repetir o encantamento que convida ao sono,
Como ele, não tem igual na assembléia.


Como ZIUKKINNA ele vive em cada deus, 
ele fez os céus para a felicidade dos deuses, 
ele mantém os deuses felizes na imensidade dos céus;
abaixo das nuvens, homems obtusos lembram dele,


Pois ele é ZIKU, o grão da vida, 
doce respiração de graça, abundância,
benevolência, indescritível riqueza, 
que transforma a fome na fartura;
que respira sua doçura nos quadrantes [em que vivemos]. 
Falaremos dele, o poderoso, cantaremos a canção de sua glória.


Ele é AGAKU, o amor e a ira,
com palavras vivazes ele apressa a morte, 
ele teve pena dos deuses caídos, 
ele diminuiu os labores que caíam sobre os adversários. 
Para o alívio dos deuses, ele criou a humanidade, suas palavras irão perdurar. Ele é bom, ele tem o poder da vida, seu nome e seu poder está nas bocas dos homens e mulheres de cabelos negros que se lembram dele.


Mas ele também é TUKU,
e todos pronunciam suas anatemas, 
que derrotam o mal com palavras misteriosas.


Como SHAZU ele fez o coração, que vê o âmago de tudo,
he sees the marrow,
nenhum pecador escapa de seu escrutínio.
Ele formou a Assemblía e espalhou sua proteção,
Ele vê a aplicação da justiça, acabando com rebeliões, 
Ele termina com a malícia, pois onde ele vai, 
o certo e o errado estão separados.


Como aquele que lê o coração, ele também é 
ZISI, um nome que fez sair as hordas rebeldes 
do coração dos deuses antigos, levados embora por medo paralisante, 
para liberar os deuses ancestrais, seus pais, pois


SUHRIM é [também seu nome] o míssil que extinguiu a rebelião, 
a mão abjeta treme frente a ele, 
seus esquemas previstos, desaparecendo no vento, 
Para a alegria, alegria dos deuses!


Ele é SUHGURIM aquele que pode [tudo] destruir,
mas que também na corte aberta ouve todas as causas; 
os deuses antigos criaram novos, os inimigos aniquilados, para que para os filhos dos filhos nada deles reste, ou do que fizeram os inimigos. É o nome sagrado do deus, somente e somente este, que responde aos clamores do mundo.


Ele é ZAHRIM, o destruidor!
Iniquidade é morte, ele achou o inimigo quando os deuses fugiram,
ele trouxe [os deuses] de volta para casa, e todos por seu pr´pprio nome são conhecidos.


Ele é também ZAHGURIM, destruidor-salvador,
título terrível, ante ao qual seu inimigo cái, como se estivesse no campo de batalha.


Ele é ENBILULU, saúde e riqueza dos deuses, 
Ele chamou os nomes dos deuses, ele chamou os deuses, e as hecatombes [à sua voz] desaparecem em chamas, 
Ele planejou as pastagens, aprofundou os poços e liberou as águas


Ele é EPADUN, a umidade do céu e da terra que lava os campos,
irrigando as terras aráveis através de barragens e diques para irrigação


Enbilulu é cantado como GUGAL,
nos pomares dos deuses, 
ele cuida dos canais, ele enche os galpões com sésamo e grãos em abundância.


E Ele é HEGAL,
acumulando riquezas para todos, 
no mundo, ele faz cair a chuva doce, e descer o verde por sobre a terra..


Como SIRSIR ele pegou a carcassa,
Ele levou o Caos [Tiamat] enredado na sua isca, 
fazendo erguer sobre ela as montanhas. 
Aquele que zela pelo mundo, pastor fiel, 
onde seu cenho se ergue, 
como [que acirrados por um] choque os cabelos de milho se levantam;
onde o vasto oceano se levanta em ira, 
ele faz surgir pontes sobre os locais onde parece haver luta.


Ele é também chamado MALAH, por muitos;
o mar salgado é seu barco, e ele lidera a sua proa.

Ele é a pilha de grãos, cevada e sésamo, que é distribuída para o bem da terra.
Ele é GILMA, o fogo que jamais se apaga, que tempera a eternidade em sua existência, e que por segurança mantém o equilíbrio [da chama] tal qual a corda segurando um barril.

Ele é AGILMA,
que das superfícies que se abrem cria as nuvens por sobre as águas para guardar o firmamento imutável


Ele é ZULUM, aquele que molda o barro, 
distribui os acres, a terra para ser arada.


Este é MUMMU, a palavra criativa,
a vida do universo.


Ele é GISHNUMUNAB, a semente, que criou as raças humanas de todos os quadrantes do mundo. 
Dos restos da derrota de Tiamat, 
dos restos dos deuses caídos,
ele criou a humanidade.


Ele é LUGALABDUBUR
aquele que veio como um rei para enfrentar o Caos,
Caos cujas forças se esvaneceram frente aquele que é firme, e cujas forças são igualmente firmes em todas as direções.


Ele é PAPALGUENNA, Senhor de todos os Senhores,
deus mais sublime, que governa seus irmãos e irmãs.


Ele é LUGALDURMAH, no umbigo do mundo, 
onde o céu e a terra são mantidos pela corda, 
onde os deuses das alturas se reunem, sua grandeza é a maior de todos greatness ranks higher than all.


Ele é ARANUNNA, o conselheiro, com seu pai EA
sem igual em seus modos soberanos, 
ele criou os deuses.


Ele é DUMUDUKU, a montanha brilhante, 
Dumuduku, a presença no templo, 
o local das decisões, onde nada se decide sem ele [estar presente].


Ele é LUGALLANNA, o forte, 
aquele que carrega o firmamento, 
sempre presente entre os deuses
mais do que Anshar que o chamou, e o escolheu dentre todos. 
called one from all.


Ele é LUGALUGGA, o rei da Morte!
Ele toma conta de todas as crises, na hora mais difícil, com grande intelecto, e mente de longo alcançe.


Ele é IRKINGU, pois na fúria da batalha ele espantou o caos, 
Ele criou a lei e a lei agora domina a criaçãohe created law and law now rules creation.


Ele é KINMA, conselheiro e líder, 
seu nome traz terror aos deuses, 
o rugido do tornado.


Ele é ESIZKUR, e no alto ele se senta, 
na capela das preces, no Grande Festival, quando vêm todos os deuses, são dados presentes, e deveres impostos. Se não fosse por Ele, nada teria sido criado de belo ou sutil. Ele criou os homens e mulheres, ele fez os limites do mundo, e sem ele, os deuses não saberiam as horas.


Ele é GIBIL, a fornalha na qual o ponto é temperado, 
onde são forjados os raios, as armas de guerra contra Tiamat;

os deuses jamais poderão alcançar os limites da mente de Gibil.

Seu nome também é ADDU,
o tempo úmido e a tempestade que vem na hora certa,
o bem-vindo soar do trovão por sobre a terra. 
Depois da tempestade as nuvens se abrem ante a palavra de Addu, 
e as pessoas na terra diariamente comem seu pão com as bênçãos dele.


ASHARU guia os deuses do Destino;
ele zela por todos os outros deuses.


Como NEBIRU ele projetou as estrelas na sua órbita, 
os deuses itinerantes obedecem as leis de passagem.



Nebiru, no centro, parado,
é o deus a quem eles adoram;
e de Nebiru, aquele que é cheio de estrelas, eles dizem:


- Aquele que uma vez cruzou o firmamento sem descansar
Agora é o ponto mais importante do universo,
e todos os deuses mantém seus cursos baseados nele; 
Ele reúne os deuses como quem reúne um rebanho, 
Ele, o conquistador de Tiamat.
Que a vida dela seja breve e curta, que ela se retire para o futuro
distante da humanidade, até que o tempo envelhece, mantendo-a ausente para todo o sempre


Porque ele moldou a matéria e criou o éter, seu pai deu-lhe o nome de 
Bel Matati, Deus deste Mundo.
Com seu próprio nome Anu pôs sua marca Marduk quando os deuses do firmamento acabaram o hino.


Agora também Ea, tendo tudo ouvido, regozijou-se:
- Os grandes deuses glorificaram meu filho, Ele é Ea, dotado de nomes do meu próprio nome, ele ir[a executar minha vontade e dirigir meus rituais.

HANSHA!
Com 50 nomes os deuses o proclamaram
HANSHA!
Com 50 nomes eles chamaram àquele que é o primeiro dentre os primeiros e o que mais de todos se destaca.
Epílogo
Lembrem dos títulos de Marduk!
Governantes irão recitá-los, sábios irão fazer debates a respeito deles, pais os repetirão para os filhos, e mesmo os pastores deles terão conhecimento.
Que todos se alegrem na glória de Marduk, o príncipe dos deuses! Homens e mulheres e a terra irão prosperar, pois forte é seu Domínio, firmes sáo seus comandos, deus algum pode alterar a vontade de Marduk, e onde os olhos dos grande deus se fixarem, somente o bom, o justo e o certo lá Terá lugar.
Deus algum pode suportar sua ira, o intelecto de Marduk é vasto, bem como sua benevolência, mas pecadores e outros desta laia ele irá fazer desaparecer com a sua presença; mas o sábio professor cujas palavras escutamos, e que escreveu tais palavras que ora ouvimos, Marduk o poupou para os tempos vindouros. .
Que os Igigi que construíram seu templo, que os deuses falem que esta é a canção de Marduk, que derrotou Tiamat e obteve soberania.